
Rafael Bacelar
Dentre os 44 países que participaram do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), o Brasil ficou em 38º lugar. Mesmo com 428 pontos, bem abaixo da média de 500 pontos estabelecida pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o resultado ainda foi melhor do que o esperado pelos alunos.
O Pisa também mediu as diferenças regionais no desempenho dos estudantes. De acordo com o programa, o Norte teve o pior índice entre as regiões brasileiras, com 383 pontos, abaixo apenas de algumas regiões dos Emirados Árabes.
Geralmente voltado para Literatura, Ciências e Matemática, essa foi a primeira vez que o teste avaliou as chamadas habilidades não-cognitivas, medindo as habilidades dos estudantes para resolver problemas de lógica, planejar e executar metas e a capacidade deles de explorar e compreender informações, além de avaliar características como autonomia, raciocínio crítico, liderança, facilidade de relacionamento e tolerância
Entre os últimos colocados também ficaram o Uruguai, a Bulgária e a Colômbia. As primeiras posições ficaram com os asiáticos Cingapura, Coreia do Sul e Japão.
